Os dois ficaram um bom tempo andando em círculos, se encaravam com muita raiva, pareciam até dois lutadores de vale tudo. O cão soldado fazia menção de atacar e voltava atrás, na tentativa de enganar Fred, mas nosso cão era esperto e tava atento as artimanhas do inimigo.
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Em um golpe muito veloz, o cão mordeu o pescoço de Fred e o derrubou no chão, o sangue sujou sua pelagem champagne e ele latiu com força. O cão se afastou e exibiu seus dentes sujos de sangue, Fred avançou em sua direção e os dois se agarraram, muitas mordidas em várias partes do corpo fizeram o chão ficar sujo de sangue, os dois estavam disposto a se matarem.
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-Fred! Cuidado Fred! - Todos nós gritávamos assustados.
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Eu não sabia o que era pior, deixar os dois se matarem ou se envolver na briga e sair ferido. Sem escolha, agente só podia observar e lamentar por nosso cão que lutava com todas as forças para nos defender. Fred conseguiu se desvencilhar e afastou-se do oponente, parou um pouco para respirar, e partiu pra cima do cão soldado. Neste momento eu vi a cena passar bem devagar, o cachorro maligno se abaixava pronto para fazer um ataque fulminante, mas Fred foi mais rápido e fez um pulo alto, mordeu com força o pescoço do inimigo e o arremessou para longe. O soldado do mal bateu a cabeça na parede e caiu desmaiado no chão.
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-Você conseguiu Fred, eu não acredito. - Gritou Alemão.
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Todos nós corremos em sua direção, ele deitou no chão, quase sem forças por perder tanto sangue. Ele me olhava cou muita atenção, como se quisesse dizer algo, mas na verdade eu queria agradecer por ter salvado nossas vidas. Logo percebi que a única coisa que eu poderia fazer por ele naquele momento, era cuidá-lo.
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-Zé, procure por toalhas e anti-inflamatórios, rápido brother.
-Certo, vou lá olhar.
-Vamos dar um banho nele, mas temos que ser rápidos, precisamos sair daqui.
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Moto providenciou uma mangueira e ligou a torneira, limpamos todo seu corpo manchado de sangue, suas feridas, tudo. Ele já conseguia se levantar, o enxugamos com a toalha e eu inseri em sua boca um comprimido de anti-inflamatório, ele aceitou sem reclamar, o coitado não reclamava de nada. Enrolamo-lo em toalhas e eu o carreguei para dentro do carro. Em pouco tempo ele dormiu. Meus amigos trouxeram algumas barras de cereais, na verdade foram várias caixas. Não sabemos até onde vamos encontrar alimento, então agente economizou bastante.
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Olhei para Fred que agora descansava, eu sabia que ele era um amigo fiel, mesmo não o conhecendo, mas nunca pensei em ser salvo por um cachorro. Durante minha vida, de uma coisa eu jamais pude reclamar, o fato de nunca me faltar fiés amigos, e tenho certeza que juntos chegaremos ao fim desta batalha com vitória.
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Dei a partida no carro e voltamos à estrada.
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-
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-Lorde! Lorde! - Corria e gritava o soldado Montezuma.
-Qual o problema soldado? Pra quê essa agonia?
-Detectei alguma coisa. O transmissor da coleira do cão nº 705 foi acionada!
-Mas como? Qual o local? - Lorde já estava preocupado, sabia que era seus amigos
-Rodovia BR-116, a 150 km da divisa com Minas Gerais.
-Como eles chegaram tão rápido? São muito espertos.
-Posso enviar um helicóptero?
-Claro que não, não podemos perder mais homens nem equipamentos. Estou sendo cobrado pelo Dr. Macabbeus.
-Então eu posso alertar a O.S.E de Minas Gerais para armar uma tocaia.
-Temo que isso não seja necessário, você é muito atrevido Montezuma.
-Você parece estar fazendo corpo mole, Lorde!
-O quê? Com quem você acha que está falando soldado? -Bradou Lorde.
-Eu vou avisar agora mesmo ao Dr. Macabbeus sobre sua incompetência. - Montezuma deu as costas e saiu.
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Lorde sabia que aquilo seria um problema, tinha que agir rápido, ele não tinha outra escolha. Se aproximou do soldado sem fazer barulho e disparou um dardo tranquilizante no pescoço. Só deu tempo de Montezuma virar e pronunciar com a voz fraca:
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-Seu traidor.
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Em um golpe muito veloz, o cão mordeu o pescoço de Fred e o derrubou no chão, o sangue sujou sua pelagem champagne e ele latiu com força. O cão se afastou e exibiu seus dentes sujos de sangue, Fred avançou em sua direção e os dois se agarraram, muitas mordidas em várias partes do corpo fizeram o chão ficar sujo de sangue, os dois estavam disposto a se matarem.
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-Fred! Cuidado Fred! - Todos nós gritávamos assustados.
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Eu não sabia o que era pior, deixar os dois se matarem ou se envolver na briga e sair ferido. Sem escolha, agente só podia observar e lamentar por nosso cão que lutava com todas as forças para nos defender. Fred conseguiu se desvencilhar e afastou-se do oponente, parou um pouco para respirar, e partiu pra cima do cão soldado. Neste momento eu vi a cena passar bem devagar, o cachorro maligno se abaixava pronto para fazer um ataque fulminante, mas Fred foi mais rápido e fez um pulo alto, mordeu com força o pescoço do inimigo e o arremessou para longe. O soldado do mal bateu a cabeça na parede e caiu desmaiado no chão.
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-Você conseguiu Fred, eu não acredito. - Gritou Alemão.
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Todos nós corremos em sua direção, ele deitou no chão, quase sem forças por perder tanto sangue. Ele me olhava cou muita atenção, como se quisesse dizer algo, mas na verdade eu queria agradecer por ter salvado nossas vidas. Logo percebi que a única coisa que eu poderia fazer por ele naquele momento, era cuidá-lo.
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-Zé, procure por toalhas e anti-inflamatórios, rápido brother.
-Certo, vou lá olhar.
-Vamos dar um banho nele, mas temos que ser rápidos, precisamos sair daqui.
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Moto providenciou uma mangueira e ligou a torneira, limpamos todo seu corpo manchado de sangue, suas feridas, tudo. Ele já conseguia se levantar, o enxugamos com a toalha e eu inseri em sua boca um comprimido de anti-inflamatório, ele aceitou sem reclamar, o coitado não reclamava de nada. Enrolamo-lo em toalhas e eu o carreguei para dentro do carro. Em pouco tempo ele dormiu. Meus amigos trouxeram algumas barras de cereais, na verdade foram várias caixas. Não sabemos até onde vamos encontrar alimento, então agente economizou bastante.
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Olhei para Fred que agora descansava, eu sabia que ele era um amigo fiel, mesmo não o conhecendo, mas nunca pensei em ser salvo por um cachorro. Durante minha vida, de uma coisa eu jamais pude reclamar, o fato de nunca me faltar fiés amigos, e tenho certeza que juntos chegaremos ao fim desta batalha com vitória.
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Dei a partida no carro e voltamos à estrada.
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-Lorde! Lorde! - Corria e gritava o soldado Montezuma.
-Qual o problema soldado? Pra quê essa agonia?
-Detectei alguma coisa. O transmissor da coleira do cão nº 705 foi acionada!
-Mas como? Qual o local? - Lorde já estava preocupado, sabia que era seus amigos
-Rodovia BR-116, a 150 km da divisa com Minas Gerais.
-Como eles chegaram tão rápido? São muito espertos.
-Posso enviar um helicóptero?
-Claro que não, não podemos perder mais homens nem equipamentos. Estou sendo cobrado pelo Dr. Macabbeus.
-Então eu posso alertar a O.S.E de Minas Gerais para armar uma tocaia.
-Temo que isso não seja necessário, você é muito atrevido Montezuma.
-Você parece estar fazendo corpo mole, Lorde!
-O quê? Com quem você acha que está falando soldado? -Bradou Lorde.
-Eu vou avisar agora mesmo ao Dr. Macabbeus sobre sua incompetência. - Montezuma deu as costas e saiu.
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Lorde sabia que aquilo seria um problema, tinha que agir rápido, ele não tinha outra escolha. Se aproximou do soldado sem fazer barulho e disparou um dardo tranquilizante no pescoço. Só deu tempo de Montezuma virar e pronunciar com a voz fraca:
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-Seu traidor.
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