Ainda sem acreditar no milagre que nos salvou, saímos em disparada pela a porta a nossa frente. Encontramos um verdadeiro labirinto de portas e corredores, para todas as direções. Olhei para as placas acima e elas nos disseram o caminho a seguir, os elevadores. Sempre correndo, mas tomando o cuidado de não fazer barulho com os passos, chegamos à porta do elevador, apertei o botão com a seta virada para baixo.
-Que lugar é esse? - Moto pergunta.
-Eu não tenho idéia.
Essa pergunta ficou sem resposta até as portas do elevador se abrirem, uma placa mostrava o fabricante e a sigla "BCB", o que automaticamente nos fez recordar que aquele local era a Biblioteca Central dos Barris. Aquele lugar fazia parte da nossa vida assim como uma casa faz parte da vida de qualquer pessoa. Mas, não conhecíamos exatamente aquelas salas. O indicador de andar mostrava o número quatro, mas até aonde sabíamos, a Biblioteca só tinha três andares e o subsolo.
-Desde quando existe um quarto andar na Biblioteca?
-Nunca houve, mas para sair daqui eu vou até o sexto, se necessário. - Alemão respondeu a Moto.
-Vamos ver aonde sairemos.
Apertei o botão com o número 1 e as portas se fecharam. Ao invés de naturalmente sentirmos a sensação do elevador estar descendo, o contrário que se mostrou verdadeiro, isso mesmo, o elevador estava subindo e nos deixou no primeiro andar.
-Oxi, oxi, que coisa mais louca. - Zé sem entender.
-Caraca, estamos livres novamente, graças ao Jeff, mas vamos correr daqui.
Nem bem terminei a frase, as sirenes de emergência da Biblioteca soaram, o que nos causou um baita susto. Logo nos colocamos a correr, para a nossa velha saga, sem saber do que será nosso futuro, sem saber do que serão nossas vidas.
-Que lugar é esse? - Moto pergunta.
-Eu não tenho idéia.
Essa pergunta ficou sem resposta até as portas do elevador se abrirem, uma placa mostrava o fabricante e a sigla "BCB", o que automaticamente nos fez recordar que aquele local era a Biblioteca Central dos Barris. Aquele lugar fazia parte da nossa vida assim como uma casa faz parte da vida de qualquer pessoa. Mas, não conhecíamos exatamente aquelas salas. O indicador de andar mostrava o número quatro, mas até aonde sabíamos, a Biblioteca só tinha três andares e o subsolo.
-Desde quando existe um quarto andar na Biblioteca?
-Nunca houve, mas para sair daqui eu vou até o sexto, se necessário. - Alemão respondeu a Moto.
-Vamos ver aonde sairemos.
Apertei o botão com o número 1 e as portas se fecharam. Ao invés de naturalmente sentirmos a sensação do elevador estar descendo, o contrário que se mostrou verdadeiro, isso mesmo, o elevador estava subindo e nos deixou no primeiro andar.
-Oxi, oxi, que coisa mais louca. - Zé sem entender.
-Caraca, estamos livres novamente, graças ao Jeff, mas vamos correr daqui.
Nem bem terminei a frase, as sirenes de emergência da Biblioteca soaram, o que nos causou um baita susto. Logo nos colocamos a correr, para a nossa velha saga, sem saber do que será nosso futuro, sem saber do que serão nossas vidas.